Frutos e Sabores da Amazônia

Frutos, raízes e sementes que carregam a identidade da floresta em cada sabor

AÇAÍ

Reza a lenda que o açaí nasceu das lágrimas de uma mãe indígena. Por isso seu nome, em tupi, significa “fruto que chora”. Hoje é conhecido no Brasil e no mundo inteiro, mas o nosso é o verdadeiro: açaí puro, sem misturas, do jeito que sempre foi na Amazônia.

Presente em: Damazônia (açaí e tapioca), gelato de açaí, açaí puro

TAPEREBÁ

Em Belém é taperebá, mas em São Paulo você talvez conheça como cajá. Doce e azedinho ao mesmo tempo, é daqueles sabores que dividem opinião à primeira colherada, e conquistam de vez na segunda.

Presente em: gelato de taperebá

CUPUAÇU

Parente do cacau, mas com um segredo: cientistas descobriram que o cupuaçu nem sempre existiu do jeito que conhecemos hoje. Foi moldado por indígenas da Amazônia há milhares de anos, à mão, geração após geração, até virar o fruto branco e perfumado que a gente ama.

Presente em: gelato de mousse de cupuaçu

CUMARU

Chamam de “a baunilha da Amazônia”, mas é bem mais intenso que isso. Uma semente pequena, escondida dentro de um fruto de casca dura, que carrega um aroma capaz de transformar qualquer sobremesa em algo inesquecível.

Presente em: base para diversos gelatos e na casquinha artesanal, um toque especial

BACURI

Fruto raro, de sabor único, difícil de explicar e fácil de viciar. Cresce em árvores que podem levar décadas na floresta amazônica, um verdadeiro tesouro paraense que poucos brasileiros fora da região conhecem de verdade.

Presente em: gelato de bacuri

CASTANHA-DO-PARÁ

A árvore mais paciente da floresta. Ela pode levar mais de uma década só para dar seu primeiro fruto, e ainda demora mais de um ano pra esse fruto amadurecer. Na Amazônia, as coisas boas realmente levam tempo.

Presente em: gelato de castanha, crumble de castanha e outras combinações

TAPIOCA

Um dos segredos mais antigos da Amazônia: os povos indígenas já dominavam a arte de transformar a mandioca em goma há milhares de anos. O que começou como alimento de sobrevivência virou uma das combinações mais queridas do nosso cardápio.

Presente em: Damazônia (açaí e tapioca), Encontro das Águas (pistache e tapioca), Chuva da Tarde (doce de leite e tapioca), gelato de tapioca puro e outras combinações